25 de setembro de 2010

Diabetes mellitus







Doença caracterizada pelo aumento anormal do açúcar no sangue.





Tudo o que está em excesso faz mal, não é verdade!? Pois bem, a glicose também é uma substância que quando em excesso traz complicações a nossa saúde. Quando não tratada adequadamente, causa doenças tais quais como infarto do coraçãoderrame cerebralinsuficiência renalproblemas visuais e lesões de difícil cicatrização, dentre outras complicações.
Embora ainda não haja uma cura definitiva para o Diabetes, há vários tratamentos disponíveis que, quando seguidos de forma regular, proporcionam saúde e qualidade de vida para o paciente portador.
Existem dois mecanismos fundamentais para a causa do Diabetes: falta de insulina e o mau funcionamento ou diminuição dos receptores das células beta.
As células beta são responsáveis pela produção de insulina, cuja sua atuação nas células se dá pelo transporte de glicose para dentro desta. Nestes casos, a produção de insulina pode estar ou não normal. Mas como os receptores (portas) não estão funcionando direito ou estão em pequenas quantidades, a insulina não consegue promover à entrada de glicose necessária para dentro das células, aumentando também as concentrações da glicose na corrente sanguínea, fazendo assim, uma resistência a insulina, Diabetes Tipo II (DM Tipo II). 
No caso da falta de insulina, o Pâncreas, órgão essencial para a produção de insulina no nosso organismo, não a produz ou produz em quantidades muito baixas. Assim, a glicose não entra nas células, permanecendo na circulação sanguínea em grandes quantidades, essa é a Diabetes Tipo I (DM Tipo I), também caracterizada pela produção de anticorpos à insulina (doença auto-imune). É muito recorrente em pessoas jovens, e apresenta sintomatologia definida, onde os enfermos perdem peso.
Sobre a alimentação, apesar de ser necessário algum rigor, há de lembrar que este tipo de diabetes atinge essencialmente jovens, e esses jovens estão muitas vezes em crescimento e têm vidas ativas. Assim, o plano alimentar deve ser concebido com isso em vista, uma vez que muitas vezes se faz uma dieta demasiado limitada para a idade e atividade do doente. Para o dia a dia, é desaconselhável a ingestão de carboidratos de ação rápida (sumos, bolos, cremes) e incentivado os de ação lenta (pão, bolachas, arroz, massa…) de modo a evitar picos de glicemia.
Muitas vezes se ouve que o diabético não pode praticar exercício. Esta afirmação é parcialmente falsa, já que o exercício contribui para um melhor controle da diabetes, queimando excesso de açúcar, gorduras e melhorando a qualidade de vida. Por vezes, torna-se necessário dobrar um pouco as regras: para praticar exercícios que requerem muita energia é preciso consumir muita energia, ou seja, consumir carboidratos lentos e rápidos. A afirmação de exercício em pacientes com diabetes, poder causar danos. É verdade pois, o paciente horas após o exercício pode ser levado a um quadro de acidose.Segundo estudos o exercício em paciente com diabetes tipo 1 é recomendado apenas em jovens, pois estes respondem melhor aos exercícios, não tendo sido observado nenhuma melhora efetiva dos niveis de glicose no organismo de adultos e idosos.
Ambos os tipos I e II podem ser herdáveis, portanto a DM1 é a mais característica em quesito de herança genética. A DM2, entretanto, é desencadeada normalmente por hábitos não saudáveis, sendo a chance de adquiri-la maior com o avanço da idade, não sendo característica da herdabilidade, acometendo principalmente os obesos, hipertensos e dislipidêmicos (que compreendem de 90-95% de todos os casos de DM).
Cuide bem da sua saúde e fique atento as mudanças relacionadas a falta de apetite, perda de peso de forma rápida, mesmo com a fome normal. A tríade clássica dos sintomas da diabete:
§  poliúria (aumento do volume urinário),
§  polidipsia (sede aumentada e aumento de ingestão de líquidos),
§  polifagia (apetite aumentado).

Consulte seu médico!

21 de agosto de 2010

Hipertricose Lanugiosa Congenita 


É uma anomalia bastante estranha, uma mutação genética. As pessoas que sofrem com essa doença ficam completamente cobertas por um longa lanugem (cabelo), com excessão das palmas das mãos e dos pés. O comprimento destes pêlos pode chegar a 25 centímetros. Uau!!!!!
A lanugem é um cabelo fino (como se fosse uma penugem) que aparece nos recém nascidos e que desaparece normalmente pouco antes do nascimento, alguns bebês até nascem com um pouco de lanugem e isso é normal! Mas pessoas com hipertricose não perdem essa pelugem e ainda podem desenvolve-la e se tornarem com a incrível aparência de “lobisomem”. Nesta doença os folículos capilares previamente normais de todos os tipos revertem a produção de pêlos com características de lanugem. Pêlo fino e felpudo cresce sobre grande área do corpo, repondo pêlo normal e veloso primário e secundário.
Além da exagerada presença de pelos, as pessoas que sofrem desta síndrome não possuem nenhuma outra alteração, quer dizer, a expectativa de vida e as chances de ficar doente são as mesmas de uma pessoa normal. Contudo, graças a sua aparência, em sociedade a pessoa que sofre deste distúrbio geralmente fica isolada, discriminada, maltratada física ou psicologicamente, fato que a torna mais propensa a ter problemas psicológicos, como por exemplo, a depressão.

A maioria das pessoas com esta anomalia tem se tornado famosa ao longo da história. Devido a seu aspecto chamativo, muitos foram trabalhar em circos. Um caso ocorrido em Tenerife, onde Pedro Gonçalvez era exibido por sua família no castelo de Ambras, fato que deu origem ao nome de uma das variantes deste distúrbio.


Frequencia: 40-50 Casos documentados em todo mundo desde sua descoberta. A incidência natural (sem contar os casos em famílias) estima-se um caso entre 1 a 10 bilhões de habitantes.

Tratamento: o eficaz e durador encontrado, até hoje, é a depilação a laser.

Síndrome de Lobisomem ou Hipertricose: As pessoas têm aparência de lobisomem, mas não possuem, é claro, dentes e garras afiadas.


  

12 de agosto de 2010

 
Isso foi um achado: roupas para pessoas com deficiência.

Doença auto-imune

 Antes de começarmos pela doença, vamos primeiro a pergunta: o que é o Sistema Imune?
 É um complexo sistema de defesa contra invasões externas, capaz de reconhecer praticamente qualquer tipo de invasão ou agressão ao nosso corpo. O difícil mesmo, é saber distinguir entre o que é danoso para nosso organismo, o que faz parte do nosso próprio corpo (células, tecidos e órgãos) e o que não nos pertence.
 O corpo é capaz de lembrar de todas as substâncias, organismos ou proteínas estranhas que já entraram em contato conosco desde o nascimento em diante, chamados aqui então de antígenos, que é qualquer partícula que possa desencadear uma resposta imune. Isso é realmente incrível, pensar que nosso organismo produz memória.
 O contato com os antígenos, desde o nosso nascimento, já é muito importante para que o corpo crie memória contra aquilo que esta entrando de estranho e possa organizar um extenso arquivo de todos o fatores a que fomos expostos durante nossas vidas, uma extensa biblioteca, e nos fortacela ainda mais contra alguns organismo que nos expomos com mais frequencia, como a gripe, resfriados, alimentos e muitos outros.
 Assim, a Auto-imunidade é a falha em uma divisão funcional do sistema imunológico chamada de auto-tolerância, que resulta de respostas imunes contra as células e tecidos do próprio organismos. Qualquer doença que origine esse tipo de resposta é chamada de doença auto-imune.
 Alguns exemplos mais conhecidos são: diabete mellitus tipo I, lúpus eritrematoso sistêmico, Síndrome de Sjögren, tireoidite de Hashimoto, Doença de Graves e artrite reumatoíde.
 Cada doença deve ser acompanhada e tratada, com os cuidados específicos de cada uma delas, pelo seu médico.
 Vá à um médico e verifique sua saúde. Qualquer doença tratada precocemente, trás bons resultados, melhora nos tratamentos e rapidez na cura, sem deixar que agrave ainda mais a doença.

Ficheiro:Lupus facial rash.jpg  lúpus eritrematosoFicheiro:Arthrite rhumatoide.jpg artrite reumatóide
  tireoidite de Hashimoto              
 síndrome de  Graves
 síndrome sjögren